Um comercial que é assim.. uma Brastemp :-)

19 de agosto de 2010

Filmes que orgulham a todos os publicitários que amam a profissão.


Quem conta um conto aumenta um ponto

10 de agosto de 2010

Recebi por e-mail o texto abaixo. Anexado a ele, o vídeo acima.

Veja como todas as bolas caem nos cones. Esta incrível máquina foi construída como um esforço colaborativo entre o Robert M. Trammell Music Conservatory e  Sharon Wick School of Engenharia da Universidade de Iowa. Surpreendentemente, 97% dos componentes de máquinas vieram da John Deere Industries and Irrigation Equipamentos de Bancroft, Iowa. Sim, equipamentos agrícolas!

A equipe gastou 13.029 horas entre set-up, alinhamento, calibragem e ajustes antes de produzir este vídeo, mas como você pode ver, valeu a pena o esforço.

O invento agora está em exibição no Matthew Gerhard Alumni Hall, na Universidade e já está programado para ser doado ao Smithsonian. Mas se você prestar bem atenção, há uma bolinha que caiu fora…

Assisti ao vídeo e desconfiei. Apesar da sincronia perfeita e criatividade dos instrumentos, o visual parecia modelado demais para ser verdade. O arquivo do e-mail estava em qualidade bem inferior, o que dificultava uma conclusão precisa. Mas foi só pesquisar no Google um trecho do texto acima e constatar: dezenas de sites publicaram este vídeo com a mesma descrição, repetindo a mesma história. Equipamentos agrícolas, 13 mil horas de preparação, etc.

Pesquisando um pouco mais, encontrei uma outra versão do vídeo que possuia a marca Animusic de um lado e ATI Radeon de outro. A segunda é a placa aceleradora 3D utilizada na criação do vídeo e a primeira, Animusic, é o nome da empresa que o produziu. No site da Animusic, tudo se explica. A empresa é especializada em criar animações musicais.

Canal da Animusic no YouTube

O canal da empresa no YouTube é repleto de outros vídeos de “engenhocas virtuais” criadas para ilustrar a reprodução de diversos estilos de música. As máquinas criadas em 3D são todas muito bem detalhadas e uma ou outra parece realmente existir. A complexidade do 3D é a renderização. O vídeo abaixo, também disponível no canal da Animusic, mostra o processo do desenho e renderização dos “instrumentos”.

Toda essa descoberta foi bem fácil fazer. 5 minutos no Google foram suficientes. Mas sabe do que eu mais gostaria? Descobrir quem inventou toda a história do e-mail. Afinal, dizer que a máquina, construída com esforços colaborativos, está em exibição no Mathew Gerhard Alumni Hall, na Universidade de Iowa, é de uma criatividade sem tamanho! :-)


Nico Di Mattia

18 de junho de 2010

Em tempos de Copa do Mundo, fazer um post exclusivo para um argentino é quase um insulto aos brasileiros fãs de futebol. Mas um insulto maior ainda seria deixar de registrar o talento impressionante deste artista.

O Nico Di Mattia faz desenhos incríveis no Photoshop e publica em seu canal no YouTube os chamados speedpaintings: todo o processo, dos rabiscos de esboço até a imagem finalizada, é mostrado em um vídeo com cerca de 4 a 5 minutos. Para ilustrar o post, abaixo estão os speedpaintings do Michael Jackson e do Slash.


Comercial

11 de junho de 2010

Esse eu vi no Comunicadores. Publicidade bonita, inteligente, criativa. Filme que gera interesse e bons sentimentos à marca. Comercial 2.0? Eu gostei muito.

Bom dia! :-)


Web 2.0

11 de junho de 2010

Sem mais. Assisti no Mentes Digitais. Muito bom.


O talento para unir a Folha e o Estadão

11 de junho de 2010

Desculpem o trocadilho infame do título. Essa maravilhosa ação da Talent não merecia uma piadinha como essas, mas eu não resisti.

O start da campanha aconteceu na tv, com os filmes divulgando a união de Santander e Banco Real – dois bancos com perfis diferentes que juntos pretendem fazer mais e melhor por seus clientes.

Vou me ater ao fatos. Não vou escrever uma enorme análise sobre a genialidade e pontos fortes dessa ação, porque acredito que outros autores muito mais competentes já o fizeram. A sacada da Talent foi indiscutivelmente inovadora e inteligente.

O programa Avesso fez o vídeo muito bom mostrando o backstage da ação. Muita gente envolvida. E Kombis também.

O que faço questão de deixar registrado aqui é a maneira como o público percebeu essa união. A repercussão muito mais do que positiva pode ser acompanhada, por exemplo, no Twitter. Centenas de pessoas querendo ver a união de Corinthians e Palmeiras, Globo e Record, Tim e Vivo. E até outras mais ousadas, como Apple e Microsoft, Pepsi e Coca-Cola.

Deixo aqui os meus parabéns aos planners e criativos da Talent, aos executivos do Santander e do Banco Real e todos os demais envolvidos na ação. Acredito que a aceitação do público e a qualidade do buzz gerado tenha atingido – senão superado – as expectativas da agência e dos bancos.

Ao meu ver, a verdadeira importância das redes sociais aparece em momentos como esse: a partir da repercussão é possível analisar e mensurar se metas foram atingidas e objetivos foram cumpridos de uma forma infinitamente mais rápida do que era feito na “old school”, com pesquisas quali e quantitativas, por exemplo.


O filme das maravilhas e os maravilhosos produtos licenciados

11 de junho de 2010

Estou ansiosa com a estreia de Alice no Brasil. Nos Estados Unidos, já são três semanas consecutivas em primeiro lugar nas bilheterias e mais de U$ 265 milhões arrecadados – somados aos cinemas do Canadá.

Além do maravilhoso (e eu tenho que usar essa palavra, não é só pela vontade do trocadilho) press-kit enviado para alguns sortudos ficarem com água na boca pelo filme, diversas lojas já estão recebendo alguns mimos da nova tendência assinada por Tim Burton.

No blog da Lilian Pacce, no MSN Moda, onde encontrei essas fotos, existem mais detalhes sobre os produtos e seus preços. Mas, para matar a curiosidade e frustrar aqueles que já pensavam em comprar tudo do filme, vamos aos preços:

O coelho em azul turquesa pode ser encontrado pela bagatela de R$ 880,00. Já as jóias são um pouco mais caras. O cordão colorido com pingente de garrafinha sai por R$ 4.685,00.

Voltando à realidade, o vídeo acima não mostra o conteúdo do pendrive, mas outras pessoas já mostraram: na linda chave USB continha o trailer e algumas fotos do filme.

Juro que trocaria todas a jóias e coelhinhos carésimos (esse superlativo eu inventei ou está certo mesmo?) pelo charmosíssimo pendrive dourado.


Darwinismo Digital

11 de junho de 2010

A interessantíssima reportagem publicada na última edição de 2009 da HSM Management explora a corrida das empresas para se destacar no mercado com algum diferencial inovador. E a sacada do título não poderia ser melhor.

Hoje, quem não está – pelo menos – onde todo mundo está, simplesmente não existe aos olhos do consumidor 2.0. Ter um blog e um perfil no Twitter (atualizados!), inserir alguns álbuns de fotos no Flickr e saber o que estão falando da sua marca no Orkut e no Facebook são atitudes fundamentais para qualquer empresa que quer ser lembrada (de uma forma boa, é claro).

Estar presente nas redes sociais basta para ser lembrado. E apenas isto. Destacar-se é uma outra história. O mercado nunca esteve tão ágil, veloz, dinâmico e todos os outros sinônimos que você encontrar. Exemplo disto é a linha do tempo dos eletrônicos: entre 1400 e 1954 a comunicação evoluiu da prensa de tipos móveis ao primeiro rádio portátil. Do lançamento do Macintosh em 1984 ao iPad em 2010, passaram-se 26 anos. Bem diferente dos 554 citados anteriormente. Mais significantes assustadoras ainda são as estatísticas das redes sociais, representadas no vídeo abaixo:

Diante do ritmo frenético em que tudo acontece, é impossível manter-se estático e esperar algum feedback positivo. Para se destacar é preciso enquadrar-se à dinâmica de mercado, aos novos hábitos de consumo e comunicação. É preciso compartilhar, comunicar e estabelecer diálogos muito mais do que simplesmente divulgar informações. É preciso estar conectado. A interação é o que vem ditando as tendências da grande maioria dos mercados. Senão todos.


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