Agora assopra

4 de agosto de 2010

No post anterior, falei sobre a falta de comprometimento e atenção de autores para com seus textos, em diversas plataformas. Nada mais justo, então, que fazer o contrário.

Lost in Lost – Blog do Carlos Alexandre sobre, acreditem se quiser, Lost. A série acabou, mas vale a pena ler seus reviews, críticas e teorias sobre a ilha, os personagens, os atores, autores e roteiristas. Posts fantásticos, que fazem a gente querer ter nascido com o dom de juntar diversas referências para criar textos tão bem amarrados e embasados, como faz o CA.

Te Dou Um Dado? – Agora no R7, o Te Dou Um Dado? é um blog divertidíssimo, sobre celebridades e subcelebridades, e muito bem mantido por 3 autores: a Lelê – editora do Portal R7, a Polly e o Didi, que apresenta o Didiabólico, na MTV.

Update or Die – Fonte de informação, diversão, referências, novidades e tudo mais o que acontece de interesse por aí. RSS imprescindível para assinar.

Tecnoblog – Outro blog indispensável para ter na lista de feeds. O Tecnoblog é uma ótima fonte de notícias relacionadas à tecnologia, ferramentas da web, games e mais um monte de coisa interessante.

Querido Leitor – Dispensa apresentações. Blog da física, jornalista, roteirista, apresentadora, redatora, etc., etc., etc., Rosana Hermann. Indispensável.

Techlider -Também sobre tecnologia, o site garimpa as novidades do meio e faz boas análises sobre assuntos complementares (telefonia, fotografia, cursos, etc.).

CHMKT – O blog começou tímido, com apenas um autor – o Carlos Henrique, publicitário, planner da Tom Comunicação, de BH – e há algum tempo vem ganhando a colaboração de outros bons autores, transformando a página em uma das principais referências brasileiras sobre Planejamento.

Na minha opinião, estes são blogs que devem estar na sua lista de Favoritos, na pasta Para Ler Sempre (eu tenho uma assim :-) ), mas existem outras centenas de sites e blogs de excelente qualidade. Mais alguns, você pode conferir na coluna da direita aqui do blog.


Escrever bem: requisito mínimo ou diferencial?

4 de agosto de 2010

Desde os tempos de colégio me preocupo em escrever bem. Estou longe de ser linguísta e não tenho nem 10% do conhecimento suficiente para dar aulas de gramática. Tenho competência para fazer o básico: colocar ideias no papel de maneira clara e organizada, consultar o dicionário sempre que pintar uma dúvida e, ao final do texto, reler/revisar tudo o que foi escrito.

Parece papo de professora de primário. De fato, é. Nos primeiros anos do Ensino Fundamental, me lembro bem de ouvir diversas vezes das professoras: “leiam o enunciado”, “antes de entregar, leia o que você escreveu”, “não responda nada antes de ler e entender a pergunta; se não entendeu, leia novamente”. E não é que parece que muita gente faltou em todas essas aulas? Como (quase) profissional de Comunicação, sou extremamente exigente com os autores que consulto. Sejam eles autores de livro, de blog, de coluna em jornal ou de tweets. Uma falta de concordância, uma vírgula no lugar errado ou a falta dela, e eu já visualizo um grande #fail mental.

Sou leitora assídua de alguns poucos blogs e leitora casual de diversos outros. Acompanho, principalmente, os que têm relação com comunicação e/ou tecnologia e tenho me frustrado bastante com o que leio. Não é incomum encontrar pessoas que são “referência” no meio cometendo erros absurdos de Português. Tenho dois livros em casa que me arrependi de ter comprado, pela quantidade de erros e/ou ideias embaralhadas, de autores que se dizem – e são vistos como – especialistas ou extremamente conhecedores disso e daquilo. Vejo estudantes de Comunicação mantendo blogs bem visitados com posts repletos de falta de coesão e sobra de confusão. (Ouch! Desculpe a rima horrosa.)

Sempre me pergunto, afinal, se escrever bem é um requisito mínimo ou se, ao contratar um funcionário, por exemplo, o empregador vê como diferencial tal característica. E o que mais me incomoda nessa história toda: e quando é o empregador que comete os gramaticídos? Como ele chegou na posição que está, escrevendo desse jeito? Como ele conseguiu finalizar projetos e tê-los aprovados? Como ele se torna referência de um nicho se mal consegue organizar seus pensamentos no papel?

Essa discussão é daquelas que envolvem muitas outras problemáticas da sociedade e vão longe. Então, finalizo o post restringindo a minha indignação aos profissionais e estudantes de Comunicação que escrevem baboseiras em seus blogs, slides, aulas, tweets e livros.

Abaixo deixo duas ferramentas que uso regularmente para tirar dúvidas gramaticais.

Michaelis – para consultar na web – favor adicionar à barra de Favoritos do navegador.
Aulete Digital – para baixar e instalar no pc, para consultar quando estiver offline.

E recomendo, também, a coluna do Sérgio Nogueira no G1, que sempre aborda boas dúvidas de Português, regras difíceis de decorar e as “pegadinhas” da língua.


Redes Sociais – para que usam, por que usar e como medir

11 de junho de 2010

Lendo alguns blogs interessantes, encontrei 3 listas relevantes.

As 100 maneiras de medir o impacto gerado nas Mídias Sociais eu encontrei traduzida no site i9 Social Media e ela indica várias métricas que podem ser utilizadas para saber se todo o esforço que você (ou sua empresa) faz nas redes sociais está dando certo. Para não estender o post e evitar apenas reproduzir o que já foi publicado, tomei a liberdade de filtrar as 15 maneiras que acredito serem as mais válidas para empresas não tão grandes e também agrupei as métricas que considero redundantes ou semelhantes.

Os motivos que levam uma empresa a participar das redes sociais são mostrados em estatísticas referente a uma pesquisa feita com 400 empresas, divulgadas pela Information Week e postadas em português no ArgoBlog.

E se a empresa que você trabalha ainda não faz parte de nenhuma rede social, o texto publicado também no ArgoBlog indica e explica as diversas vantagens de adotar o uso, implantando uma cultura de inovação e desenvolvimento intelectual de funcionários. Depois de ler, conta pro seu chefe e faz um perfil no Twitter. Vai. :-)

—-

PARA QUE USAM
Os principais objetivos das empresas ao usarem as redes sociais

01. Gerar propaganda boca-a-boca – 38%
02. Aumentar a lealdade dos consumidores – 34%
03. Aumentar a presença do produto/marca – 30%
04. Trazer ideias externas para a empresa – 29%
05. Melhorar a qualidade do atendimento ao cliente – 23%
06. Aumentar as vendas – 22%
07. Melhorar a eficácia das relações públicas – 20%
08. Melhorar a relação com parceiros – 19%
09. Inovar os modelos de negócio – 17%
10. Reduzir gastos com suporte ao cliente – 16%
11. Reduzir gastos com aquisição de clientes – 15%

—–

POR QUE USAR
Razões para adotar as redes sociais dentro das empresas

01. Acesso rápido e fácil ao conhecimento
Com as ferramentas atualmente existentes, é muito fácil criar um ambiente onde as pessoas possam discutir, apresentar suas idéias e registra-las para outras pessoas consultarem.

02. O ser humano adora redes sociais
Especialmente os brasileiros, uma vez que mais de 80% dos brasileiros, que se conectam a Internet, participam de algum tipo de rede social. Brasileiro gosta de conversar.

03. A inovação aparece
O ambiente das redes sociais facilita o surgimento da diversidade de perspectivas e opiniões, condição essencial para surgimento da inovação.

04. Quebra da barreira geográfica
Você pode conversar com qualquer pessoa independente da localização geográfica em que ela esteja.

05. Quebra da Barreira Hierarquia
Talvez seja esse o maior temor de quem está no comando das empresas. Não existem escadinhas que deve ser escaladas para que as informações e as opiniões cheguem ao alto escalão da empresa. Isso é irreversível e incontrolável.

06. Comunicação direta sem intermediários
Comunicação sem filtros. Não existe mais aquela de que “Quem conta um conto aumenta um ponto”.

07. Identidade pessoal
Nas redes sociais, você tem a oportunidade de mostrar quem você é. Você pode expressar suas opiniões e suas crenças.

08. Referências
É uma oportunidade de criar um grande conjunto de referências para posteriores consultas.

09. Política de portas abertas
Deixe a comunicação fluir livremente e você se surpreenderá com a capacidade de criar coletivamente de seus funcionários.

10. Tecnologia simples e fácil
Não é preciso ser um expert em tecnologia ou em construção de sites para você montar sua rede social. Existem ferramentas que auxiliam qualquer pessoa na criação de um blog, por exemplo.

—-

COMO MEDIR
15 maneiras de medir o impacto gerado nas mídias sociais

01. Volume de buzz criado em torno de uma marca com base no número de posts;
02. Volume de buzz gerado com base no número de impressões;
03. Buzz por canal social (fóruns, redes sociais, blogs, Twitter, etc);
04. Fãs / Followers / Amigos;
05. Taxa de crescimento dos fãs, seguidores e amigos;
06. Embeds / Downloads / Uploads / Likes / Favoritos;
07. Volume de feedback medido através de comentários / avaliações;
08. Inscrições (RSS, podcasts, vídeo série);
09. Mudanças na classificação nos mecanismos de busca do site ligado ao meio das mídias sociais;
10. Mudanças em partes do motor de busca de voz para todos os sites sociais que promovam a marca; Esse escapou. Não considero relevante. Sorry!
11. Aumento nas buscas devido à atividade social;
12. Cliques;
13. Sugestões implementadas a partir do feedback social;
14. Impacto sobre as vendas offline;
15. Respostas para os eventos socialmente postados.


Para Francisco

11 de junho de 2010

– Você mora no meu…
– … coração.

– Eu moro no seu…
– …coração!

Eu falo, você completa. E sorrimos.

– Toca aqui, Mamãe.

E assim vamos ficando cada vez mais cúmplices.

Eu adoro o Para Francisco. Adoro a maneira leve com que a Cristiana Guerra conta sobre sua vida e de seu filho, Francisco. O Cisco. Cada palavra é colocada de maneira tão doce que dá vontade de reler o blog inteiro toda vez que entro. A história não é doce – me atrevo até a dizer que é um tanto amarga – mas a beleza está na forma que a Cris – já me sinto até íntima – conta como tudo aconteceu. A cada post, uma passagem de sua vida com o Cisco, sobre o trabalho ou da vida que tinha com o Gui, o marido que, por uma fatalidade, não pôde assistir ao nascimento do filho; mais uma dessas pessoas que nos deixa cedo demais.

O blog é um desabafo e virou um livro, que eu tenho. Ganhei de uma pessoa especial demais, o que torna tudo mais doce ainda. Recomendo muito. Recomendo o blog e o livro, ambos para ler com o coração aberto, para se permitir entrar na história e se colocar no lugar da Cris.

Há um bom tempo eu acesso o Para Francisco e sempre quis fazer esse post. Para o blog. Para a Cris. Para essa linda história.


Linda homenagem

11 de junho de 2010

Não poderia ter sido melhor. Sutil, emocionante e sincera a homenagem do blog Universo HQ ao Glauco e seu filho Raoni.


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.