Darwinismo Digital

11 de junho de 2010

A interessantíssima reportagem publicada na última edição de 2009 da HSM Management explora a corrida das empresas para se destacar no mercado com algum diferencial inovador. E a sacada do título não poderia ser melhor.

Hoje, quem não está – pelo menos – onde todo mundo está, simplesmente não existe aos olhos do consumidor 2.0. Ter um blog e um perfil no Twitter (atualizados!), inserir alguns álbuns de fotos no Flickr e saber o que estão falando da sua marca no Orkut e no Facebook são atitudes fundamentais para qualquer empresa que quer ser lembrada (de uma forma boa, é claro).

Estar presente nas redes sociais basta para ser lembrado. E apenas isto. Destacar-se é uma outra história. O mercado nunca esteve tão ágil, veloz, dinâmico e todos os outros sinônimos que você encontrar. Exemplo disto é a linha do tempo dos eletrônicos: entre 1400 e 1954 a comunicação evoluiu da prensa de tipos móveis ao primeiro rádio portátil. Do lançamento do Macintosh em 1984 ao iPad em 2010, passaram-se 26 anos. Bem diferente dos 554 citados anteriormente. Mais significantes assustadoras ainda são as estatísticas das redes sociais, representadas no vídeo abaixo:

Diante do ritmo frenético em que tudo acontece, é impossível manter-se estático e esperar algum feedback positivo. Para se destacar é preciso enquadrar-se à dinâmica de mercado, aos novos hábitos de consumo e comunicação. É preciso compartilhar, comunicar e estabelecer diálogos muito mais do que simplesmente divulgar informações. É preciso estar conectado. A interação é o que vem ditando as tendências da grande maioria dos mercados. Senão todos.


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